O início da história do Instituto Educacional Evangélico para Deficientes Auditivos – I.E.E.D.A, ocorreu em uma época que o Brasil vivia a euforia da oralidade, onde era proibido aos surdos utilizarem a Língua de Sinais e com isto a consequente decadência desta forma de comunicação dos deficientes auditivos.

Em 1979, veio ao Brasil a lingüista americana Srtª Marilyn S. Decker, que iniciou o trabalho objetivando a maior divulgação da Língua Brasileira de Sinais (LIBRAS). Esta divulgação ocorria através de cursos para professores no "Instituto Gabriel Porto” na Universidade de Campinas - UNICAMP, estendendo-se posteriormente para a Escola Concórdia em Porto Alegre - RS, e também através de palestras em lugares públicos para fonoaudiólogas.

No ano de 1983 a escola foi fundada com o nome de Instituto Americano para Deficientes Auditivos e priorizava o atendimento das necessidades das pessoas com esta deficiência e suas famílias. Em 01 de agosto de 1991, a Instituição foi oficialmente constituída e registrada com o atual nome de Instituto Educacional Evangélico para Deficientes Auditivos - I.E.E.D.A.

A Língua Brasileira de Sinais foi usada desde o início como o principal forma de comunicação e o I.E.E.D.A foi a primeira Instituição no Brasil a usar também o método “Comunicação Total”, que tem como princípio a utilização do próprio idioma do deficiente auditivo para possibilitar sua capacitação e integração na comunidade.

A partir de 1995 o Instituto foi reconhecido como de Utilidade Pública Municipal, sendo registrado sob o nº 8.288 e em 2004 recebeu autorização da Secretaria de Educação do Estado de São Paulo para atuar como Entidade-Escola (Port. 629/0043/2004), sendo registrado também no Conselho Municipal de Assistência Social ( CMAS nº 112 ) , no Conselho Municipal dos Direitos da Criança e do Adolescente ( CMDCA nº 137 ) e Conselho Nacional de Assistência Social (CNAS nº R0152/2005).